domingo, 10 de junho de 2012

Canadá


GP do Canadá de Fórmula 1, mais uma etapa de um campeonato bem interessante como há muito tempo não se via. Nos sete grandes prêmios disputados até aqui sete vencedores diferentes. E os brasileiros, uma vez mais, meros coadjuvantes. Depois da morte de Ayrton Senna não tivemos mais nenhum piloto capaz de despertar nossa paixão pelo esporte sobre quatro rodas.  Massa teve um lapso poucos anos atrás ao perder o título por um ou dois pontos na última corrida e ficar com o vice-campeonato. Mas com a chegada do bi-campeão Fernando Alonso (também um grande corredor ao lado de Lewis Hamilton) conformou-se a ser o segundo piloto atuando como funcionário público da F1. Como torcer por ele? Confesso que nunca morri de amores pelo Senna. Nadando contra a corrente da paixão nacional, eu era fã incondicional de Nelson Piquet, afinidade que nasceu em 1981 quando acompanhei, corrida por corrida, a trajetória do primeiro campeonato conquistado por ele.  Aliás, nadar contra a corrente parece ser uma mania que cultivo desde a infância. Fazer o quê? Recentemente tentei torcer para o filho do Piquet, mas, no caso em questão, o talento não parece ser genético.Com tanto medíocre por aí se aventurando pela Fórmula 1 e gostando de acompanhar o esporte como sempre gostei, não deixo de pensar depois de tanto tempo:  que falta que ele está fazendo.E estou falando do Ayrton.

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