GP do Canadá de Fórmula 1, mais uma etapa de
um campeonato bem interessante como há muito tempo não se via. Nos sete grandes
prêmios disputados até aqui sete vencedores diferentes. E os brasileiros, uma
vez mais, meros coadjuvantes. Depois da morte de Ayrton Senna não tivemos mais
nenhum piloto capaz de despertar nossa paixão pelo esporte sobre quatro
rodas. Massa teve um lapso poucos anos
atrás ao perder o título por um ou dois pontos na última corrida e ficar com o
vice-campeonato. Mas com a chegada do bi-campeão Fernando Alonso (também um
grande corredor ao lado de Lewis Hamilton) conformou-se a ser o segundo piloto
atuando como funcionário público da F1. Como torcer por ele? Confesso que nunca
morri de amores pelo Senna. Nadando contra a corrente da paixão nacional, eu
era fã incondicional de Nelson Piquet, afinidade que nasceu em 1981 quando
acompanhei, corrida por corrida, a trajetória do primeiro campeonato
conquistado por ele. Aliás, nadar contra
a corrente parece ser uma mania que cultivo desde a infância. Fazer o quê?
Recentemente tentei torcer para o filho do Piquet, mas, no caso em questão, o
talento não parece ser genético.Com tanto medíocre por aí se aventurando pela
Fórmula 1 e gostando de acompanhar o esporte como sempre gostei, não deixo de
pensar depois de tanto tempo: que falta
que ele está fazendo.E estou falando do Ayrton.
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